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Mini-Biodigestor Anairóbico "CAVALO MARINHO"

Elementos em PVC rígido
(Suporte móvel, Vedações Hermes e Relógio de Pressão: a montar)

Foto 1
Reginaldo com dois gabaritos (A e B) do "Cavalo Marinho" . A diferença entre eles implica alterações nas atividades de descarga e limpeza. Ambos são fixos num suporte de parede e podem ser "rodados" na hora de se fazer a manutenção (retirada do adubo), tornando bem confortável essa operação. Ambos são mini-biodigestores de carga única e guardam o gás em si mesmos. Depois se retira o adubo e se faz nova carga. Um de seus usos é na floricultura. A iluminação noturna que atrai insetos é feita com uma mini-chama numa lamparina tipo "aladim" (com camisinha). Depois o material vira adubo e o re-carregamento é feito com material verde retirado da estufa.


O da direita (B), nesta foto, está montado com tanque de carca de 200 mm de diâmetro (100 cm de cumprimento) e o da esquerda (A) com 150 mm. Reginaldo está com a mão sobre a tampa de descarga (limpeza) do gabarito B, onde também ficará o relógio de pressão.

Nas torres vemos a saídas do gás e, na outra ponta (curva para cima), também em ambos os casos, estão as tampas de alimentação, que também receberão as presilhas de Hermes para a devida vedação. ( NOTA > A junta 150 > 200 apresentada na foto no gabarito da direita (B) é provisória, pois ainda não foi encontrada na praça de Irati (PR) uma dentro da especificações, ou seja, com saída assimétrica, como as que podem ser vistas na confecção das torres).

Há modelos de mini-biodigestores em PVC que têm tubo de carga que vai até próximo ao fim da caixa. É outro conceito.

Foto 2
Vista em detalhe do Gabarito "C" (terceira alternativa), que possui a mesma configuração do "B" (acima, à direita), mas com peças de 150 mm de diâmetro, sensível fator de economia, já que as peças com diâmetro de 200 mm são bem caras. Na torre, a saída de gás. Nesta foto vemos a caixa de carga (tubo vertical inferior) com 200 mm de diâmetro.

Foto 3
Gabarito "C" (o mesmo da foto acima), mas com caixa de carga de 150 mm. Esse modelo é o mais econômico e, com caixa de carga de 200 mm (Foto 2, acima), é também o de melhor rendimento.

Foto 4
Gabarito "C" visto de cima à baixo, com caixa de carga de 150 mm.

Foto 5
Detalhe da tomada de gás com seu registro implantada na tampa superior da torre.

Ao que se sabe da literatura, esses mini-biodigestores funcionam bem só com água e água-pés ou folhas verdes em geral, inclusive capim. Suas peças componentes devem ser coladas com muito cuidado, com cola própria. O gás resultante pode ser usado para alimentar uma lampada a gás tipo "aladim" (seu uso mais freqüente), um fogareiro de cozinha (boca de gás) ou um "Cururú" (aquecedor d'água para pequenos 'boilers" ou os tais "Coréias" = boiler de 20 litros com chuveiro no fundo), pequenos motores estacionários girando bomba d'água ou dínamo / alternador, e até bicos de Bunsen em oficinas e laboratórios improvisados, além de queimadores para mini-estufas ou mini-fornos em geral, ou até geladeiras a gás, por exemplo, mas sempre por pouco tempo. O ideal é que o reservatório fosse duas a três vezes maior em termos de volume disponível.

Foto 6
Experimento do Ronaldo, com caixa de carga tipo "bombona" e elementos em PVC marron.

Foto 7
Elementos para a confecção do mini-biodigestor construído pelo Ronaldo

Foto 8
Mini-biodigestor "Cavalo-Marinho" alternativo, com 3 (ou mais) bambonas recarregáveis e independentes, permitindo o transporte do adubo até local de processamento e substituição da bambona retirada do conjunto gerador de gás. Uma vez com uma certa pressão, o registro seria aberto, permitindo a conexão da nova bambona sem que houvesse perda de pressão no gasômetro. Outra alternativa seria a utilização de uma válvula que permitiria o acesso do gás de cada bambona somete a partir do momento que sua pressão fosse maior que aquela verificada no gasômetro.

Foto 9
Tânia ao lado do mini-biodigestor da MINHOCASA ( http://www.minhocasa.com ) por ocasião do curso que ela fez por lá! Na garrafa com água, as borbulhas do gás gerado pela fermentação anaeróbica do material orgânico colocado dentro da "Bombona" plástica.

FIM

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